Não sei de nada, nada mais é meu. Nada é o que eu sempre quis ser ou ter.. nada é sempre nada!
Quando se está só, dá pra ver o quanto se tem além do brilho dos olhos que embassam com a pequena gota salgada que vai se formando dentro de si e é expelida pelos olhos, dor. Arrependimento, talvez. Saudade, sempre. O que fazer quando se tem todas as oportunidades do seu lado quando você quer fugir delas e de repente elas somem mas você as quer de volta?
E eu continuo pelos cantos, entre copos e cigarros, entre fugas rotineiras que querem deixar de ser rotina e serem só fugas de todos-os-dias.
No meio de tantos textos e frases não terminados eu encontro os vestígios do seu amor, do seu calor, dos seus olhos e dos seus sorrisos forçados. É de lá que eu fujo, e tanto fujo e tanto me encontro porque aquela vontadezinha que vem do nada de completá-los não é à toa, porque eles só serão completos quando você estiver aqui e você não está mais aqui, não tem continuação, história sem fim..ponto final.


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